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26 de fevereiro de 2013

Amoreira Negra

Faz nesta altura precisamente um ano que consegui encontrar, finalmente, uma amoreira. No caso uma Amoreira Negra. 

Para não variar encontrei-a por acaso numa visita ao LIDL, onde vou quase que exclusivamente à procura de produtos relacionados com a horta e o jardim. 

Nessa mesma altura também comprei uma estufas com tampa, que realmente são muito úteis. 

 As Amoras e as Amoreiras


A cor dos frutos varia de espécie para espécie e depende do grau de maturação.
As espécies de amoreira mais cultivadas são: 
Morus rubra, que produz a amora-vermelha, 
Morus alba, amora-branca e
Morus nigra, amora-preta


As amoreiras adaptam-se a qualquer tipo de solo, apesar de apreciarem os solos mais profundos e húmidos.
Frutifica, em Portugal, entre os meses de Maio e Agosto.   
As amoreiras são originárias da Ásia, foram, provavelmente, introduzidas na Europa por volta do século XVII.
A amoreira-branca é a preferida na criação do bicho-da-seda, que se alimenta das folhas, a amoreira-negra costuma ser a preferida para o consumo alimentar humano, pelo sabor sabor mais intenso e por ter amora mais graúdas.

As amoras são ricas em vitamina C e caracterizam-se por sua forma típica, gerada a partir do agrupamento de vários e minúsculos frutos que se unem formando uma polpa rica em água e açúcar.

As amoras são consumidas tal como surgem na árvore, são igualmente deliciosas quando utilizadas em sobremesas, tartes, gelados, doces, geleias, cristalizadas. São de igual modo muito utilizadas para fazer licores e xaropes.

Não podemos esquecer as 

Amoras Silvestres


As amoras silvestres surgem por todo o lado, pois as silvas, o arbusto onde são criadas, crescem em Portugal um pouco por toda a parte. Sendo considerada uma infestante, que surge e propaga-se quase que espontaneamente. Talvez ainda não tenhamos dado o devido valor à amoras e silvestres e por consequência às silvas, pois podem ser uma fonte de rendimentos e de saúde.